“Como organizar suas tarefas e ser mais produtivo nos estudos” – por Patricia Froner

Patricia Froner (Foto: Divulgação)

Patricia Froner (Foto: Divulgação)

Fazer um curso técnico, aprender outro idioma, fazer cursos de informática são ótimas dicas para você ter uma nova profissão ou criar novas oportunidades dentro ou fora da empresa. Mas para isso, é preciso ter tempo, foco e disciplina.

Nosso dia é tão cheio que falta tempo: trabalhar, estudar, curtir a família, cuidar da casa, ter uma vida social, descansar, ir e vir. E o jeito como organizamos isso é o que vai nos dar mais tempo para fazer tudo aquilo que é importante para nós, para nossa vida pessoal e profissional. E aqui a disciplina é a chave do sucesso.

A classificação das tarefas é o primeiro passo para criar uma rotina sadia e produtiva. Primeiro: faça uma lista com tudo que você faz durante o dia e todas as coisas que você precisa fazer. Divida suas 24 horas em: tempo para trabalhar, estudar, descanso, transporte. O que sobrou? E no final de semana? O que você precisa fazer? O tempo é curto, não é mesmo? Como você usa este tempo escasso é que vai definir o quão bem sucedido você vai ser naquilo que é importante.

Segundo: classifique suas tarefas! IMPORTANTE é tudo aquilo que vai te ajudar a progredir na sua vida pessoal e profissional. Estudar para uma prova, arrumar uma semana para fazer um curso, para ler um livro, ou assistir alguma vídeo aula. O tempo que você passa com sua família também é relevante: passear, assistir um filme juntos ou fazer uma refeição em família (sem celular, por favor!). Cuidar da sua saúde deve ser prioridade absoluta.

URGENTES são aquelas coisas que tem prazo ou, se deixadas de lado, podem causar problemas. Quer um exemplo simples? O que acontece se você não abastecer o carro quando o indicador mostrar que o combustível está na reserva? Ou esquecer-se de pagar a conta de luz na data de vencimento?

CIRCUNSTANCIAL é tudo que pode ser feito quando sobrar um tempinho: Pendurar um quadro na parede, selecionar aquelas roupas que você não usa mais para doação.

Por último: a partir do momento que você definiu tudo isso, basta organizar o seu tempo livre da seguinte forma: 50% deste tempo para coisas importantes, 30% para tarefas urgentes e 20% para itens circunstanciais. E a partir daí, dedique seu tempo a fazer coisas que vão te deixar mais próximo do seu objetivo.

A disciplina é importante para manter a nova rotina de tarefas. E para resistir às tentações é preciso ter foco naquilo que está fazendo. Nosso cérebro tenta nos desviar para atividades mais divertidas. Porque estudar se podemos assistir um filme? Uma forma de resolver isso é dividir as tarefas em pequenas partes que podem ser realizadas em 25 minutos e dedicar toda sua atenção para o que está fazendo.

Viu como é fácil? Muitas pessoas bem sucedidas usam estas técnicas para achar mais tempo. Pare de “apagar incêndios” e comece a planejar suas atividades. Você precisa estudar, ler um livro ou fazer algum exercício do seu curso? Concorda comigo que a louça pode ficar para depois?

Patricia Froner dá palestras e workshop empresarial sobre Gestão do Tempo e Educação Financeira e é professora da Lume Centro de Educação Profissional

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“Crise de Valores” – por Natanael Zanatta

Foto-NatanaelHá muito tempo, não é novidade pra ninguém, que estamos vivenciando uma revolução no comportamento humano; e esta revolução acabou atacando os sentimentos mais básicos para a existência da paz nas relações humanas: falo de “valores”.

Não se engane: não estamos tratando de dinheiro; e sim dos sentimentos que se nutrem por outras pessoas. Valores que se aprendem em casa, desde sempre; sentimentos que devem ser nutridos por todas as pessoas e que acabam se mostrando a partir de comportamentos (já dizia a Xuxa em um de seus trabalhos: desculpa, por favor, com licença e obrigado, palavrinhas mágicas), e daí por diante o respeito e admiração. Esse tipo de “coisa” parece que não importa mais, a não ser quando é necessário acalmar a consciência por um erro cometido; ou por vários. Vejamos um exemplo?

Há poucos dias um vigilante ateou fogo em si mesmo dentro de uma escola municipal de educação infantil (creche). Várias crianças estavam lá, sendo que alguns daqueles pequenos anjos acabaram morrendo por conta do incêndio causado pelo suicida. Uma das professoras, a Professora Heley de Abreu, teve 90% de seu corpo queimado ao entrar em luta corporal com o homem que estava ateando fogo, para poder salvar seus pequenos alunos. Por conta de seu quadro, a professora Heley acabou se juntando aos seus pequenos anjos na outra vida; não resistiu aos ferimentos e faleceu.

Foi então que o Presidente Michel Temer concedeu à Professora Heley a Ordem Nacional do Mérito, uma condecoração que homenageia “cidadãos brasileiros que tenham prestado serviços relevantes à nação brasileira”. Com o devido respeito à decisão, e a memória da professora, acredito a concessão desta “medalha” é a prova de que os valores da nossa sociedade são fracos, cada vez mais opacos, a ponto de não passaram de uma pequena “névoa de nada”.

Por que a professora teve de morrer para ter reconhecido que seus serviços eram relevantes para nação? Aquela mulher entregava todos os dias um pedaço da sua vida, do seu tempo, da sua educação para compartilhar com aqueles pequenos anjos que estavam aos seus cuidados; mesmo com remuneração pífias dadas para os profissionais educadores, mesmo com a falta de segurança, a precariedade de insumos e materiais, ela se dirigia corajosamente ao seu trabalho para cumprir com sua vocação. Ela foi uma heroína enquanto viva, mas recebe um reconhecimento somente depois que morre.

No filme “O Último Samurai”, de 2003, o personagem principal é questionado pelo Imperador a respeito do Samurai que dá nome ao filme, e que havia morrido em batalha em defesa de valores e do império Japonês, da seguinte forma: -Conte-me como ele morreu? Ao que responde o Capitão representado por Tom Cruise: – Não vou lhe contar como ele morreu; vou lhe falar como ele viveu!

Quiçá a morte da Professora Heley desperte a urgência que temos em voltar aos valores de que tanto precisamos para viver. Respeito, disciplina, ordem, altruísmo, solidariedade, honestidade são matérias universais, fonte de vida em comunidade. Não esperemos a morte para apreciar o exemplo; não foi a Morte da Professora Heley que a fez um exemplo, e sim a sua vida. Por isso, que não falemos sobre como ela morreu, e sim sobre como ela sempre viveu.

Natanael Zanatta é Advogado Trabalhista, palestrante e professor da Lume Centro de Educação Profissional.

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“Formação de Professores Pré e Pós Revolução Industrial – Desenvolvimento Docente em Foco” – por Lorrane Mares da Mata

1-CopiaPor muitos anos, a responsabilidade da educação da sociedade era da igreja – esta que detinha todo o poder sobre os setores políticos, econômicos e sociais, tanto no período medieval – onde a sociedade feudal organizava-se em clero, nobreza, camponeses e servos, quanto na idade moderna – com advento da revolução industrial e a revolução francesa: dois grandes marcos que contribuíram para que a sociedade chegasse ao formato atual.

O professorado no século XVII possuía corpo de saberes e de técnicas e um conjunto de normas e valores específicos que os constituíam docentes. Essas características chamadas de corpo de saberes e técnicas constituíam-se na capacidade do professor de atuar, de ter sua notória especificidade para ensinar. Já o conjunto de normas e valores diz respeito aos modelos religiosos de agir perante o público educacional, o professor deveria ter conduta, postura, caráter, dignos dos conceitos da igreja. Estes pressupostos eram cruciais, pois a partir do século XVIII, o professor para atuar, deveria possuir uma licença concedida pelo Estado e um dos requisitos eram idade, moral e todas essas características citadas acima, nesse sentido pode-se afirmar, então, que o Estado estaria recrutando os profissionais da educação.

Já no século XXI, após todo o desenvolvimento industrial, na forma de pensar e agir, com a globalização e avanço das tecnologias que possibilitam as pessoas receberem informação a todo o momento, deve-se repensar também a formação de professores.

Um Estado é considerado laico quando oficialmente é imparcial em relação às questões religiosas, não apoiando nem se opondo a nenhuma religião. É o que acontece com o Brasil. Nesse sentindo, o recrutamento dos professores acontece por meio de concursos públicos, processos seletivos, entrevistas e afins.

Quantas mudanças no processo de formação de professores desde o advento do capitalismo! Hoje, a escola não prepara o aluno apenas para o mercado de trabalho, ensina valores e desenvolve para a vida! Por isso a real necessidade de refletir a formação docente.

Em Encantado, A LUME CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL iniciou o trabalho com os docentes em 2013, abrangendo até o ano vigente (2017) aproximadamente 32 Formações Pedagógicas.

A Coordenadora Pedagógica da LUMECEP, Taís Zorttea, afirma que: “o projeto possui uma proposta de trabalho aberta, o que permite que as escolas iniciem o trabalho em qualquer época do ano letivo. Sua estrutura se desenvolve a partir da realidade de cada comunidade escolar, buscando, assim, a participação efetiva e permanente da direção, supervisão, coordenação, professores e alunos. Por essa razão, adapta-se a todas as escolas que desejarem atualizar seu processo de ensino-aprendizagem.”

Uma opção para Encantado e região de desfrutar de um trabalho pautado na seriedade, qualidade e compromisso com a comunidade escolar. Tendo em vista o ganho para professores, alunos e familiares: fortalecendo esta tríade, teremos, de fato, uma sociedade desenvolvida, que consiga acompanhar as mudanças que a globalização trouxe e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos, e o mais bacana, aprendizagem atualizada!

Referências:

ARRUDA, J. J. A.; PILETTI, N. Toda A História. História Geral e do Brasil. São Paulo: Ática, 1999.

COUTRIM, G. Historia Global Brasil e Brasil e geral. Vol. Único: Saraiva, 2002.

NÓVOA, A. (Org). Profissão Professor. 2ª ed. Porto, 192 p. 2014.

PIMENTA, S. G. Formação de professores: identidade e saberes da docência. In: PIMENTA, S. G. (Org.). Saberes pedagógicos e atividade docente. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2008. p. 15-34.

Lorrane Mares da Mata
Pedagoga
Pós-graduada em Psicopedagogia Institucional

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Melhores frases de Got

Que Game of Thrones é um sucesso, todo mundo já sabe! A série já se tornou a mais popular da história da HBO e vem ganhando mais fãs a cada dia. Que tal relembrar algumas frases marcantes desses últimos 7 anos e ainda treinar o inglês (e um pouquinho de valiriano)? Lets Go!

PS: Contém Spoilers 🙂

 

Winter is coming! – Ned Stark

O inverno está chegando!


The man who passes the sentence should swing the sword. – Ned Stark

O homem que dá a sentença deve brandir a espada.


Never forget what you are, the rest of the world will not. – Tyrion Lannister

Nunca esqueça o que você é, o resto do mundo não esquecerá.


A Lannister always pays his debts. – Lannisters

Um Lannister sempre paga suas dívidas.


There is only one God, and His name is Death. And there is only one thing we say to Death: not today! – Syrio Forel

Existe apenas um Deus e o nome dele é Morte. E existe só uma coisa que dizemos para a Morte: hoje não!


When you play the game of thrones, you win or you die. – Cersei Lannister

Quando você joga o jogo dos tronos, você vence ou você morre.


The night is dark and full of terrors! – Melisandre

A noite é escura e cheia de horrores!


I don’t want to be a queen. I want to be THE queen! – Margaery Tyrell

Eu não quero ser uma rainha. Eu quero ser A rainha!


Valar morghulis. – Jaqen H’ghar

A expressão quer dizer “todos os homens devem morrer”, em Alto Valiriano.


Valar dohaeris. – Ternesio Terys

A expressão é em resposta a valar morghulis e quer dizer “todos os homens devem servir”, em Alto Valiriano.


You know nothing, Jon Snow. – Ygritte

Você não sabe de nada, Jon Snow.


The Lannisters send their regards. – Jaime Lannister

Os Lannisters mandam lembranças.


Any man who must say “I am the king” is no true king. – Tywin Lannister

Qualquer homem que precisa dizer “eu sou o rei” não é um rei de verdade.


All men must die, but we are not men. – Daenerys Targaryen

Todos os homens devem morrer, mas nós não somos homens.


Hodor (hold the door)! – Willys

Segure a porta!


The girl is Arya Stark of Winterfell and I’m going home. – Arya Stark

A menina é Arya Stark de Winterfell e eu estou indo para casa.


Leave one wolf alive and the sheep are never safe. – Arya Stark

Deixe um lobo vivo e as ovelhas nunca estarão seguras.


The North remembers. – Arya Stark

O Norte se lembra.


Shall we begin? – Daenerys Targaryen

Vamos começar?

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“Endividamento das famílias, educação financeira e o seu sonho” – por Luciano Fontana

IMG-20170717-WA0029Dados do SPC Brasil apontam que, até o final de julho deste ano, 59,4 milhões de pessoas físicas no País estavam cadastradas em algum sistema de proteção ao crédito. Na região Sul, são 7,8 milhões de pessoas negativadas, ou seja, 35,1% da população. Algumas causas são apontadas para um número tão grande de inadimplentes, mas eu gostaria de falar de uma em específico: a falta de EDUCAÇÃO FINANCEIRA do consumidor.

Tive a oportunidade de vivenciar o mercado econômico antes do plano Real (1994). Vivíamos, no final da década de 80, início dos anos 90, com uma hiperinflação que batia nos 80% ao mês, com remarcação dos preços todos os dias, e às vezes, mais de uma vez ao dia, onde o dinheiro que você ganhava hoje, amanhã já valia muito menos. Havia até uma operação financeira chamada “overnight”, que os bancos disponibilizavam, a qual consistia em aplicar o dinheiro que existia em conta corrente, de um dia para o outro, rendendo juros, ou melhor, para que ele não se desvalorizasse tanto.

Naquela época, era preciso consumir e estocar mercadorias, caso contrário seu dinheiro seria pulverizado pela inflação. Acredito que estes fatos influenciaram muitas pessoas que viveram naquela época a gastar o seu dinheiro sem fazer um planejamento financeiro.

Fazendo uma reflexão sobre os dias atuais, não é segredo para ninguém que vivemos num mundo regido por uma cultura consumista, onde o marketing das empresas e as mídias propagadas pelos meios de comunicação estão a todo momento tentado influenciar o consumidor na sua decisão de compra. Que o consumo, a aquisição de bens, que uma roupa nova, um jantar em um local novo e diferente, ou uma viagem para aquele lugar que você sempre sonhou nos traz momentos de satisfação e prazer, todos nós sabemos.

O que por hora esquecemos, é que se consumirmos isso de uma forma desordenada e não planejada, o que seria motivo de satisfação, logo se torna motivo de culpa, frustração e decepção. Se não organizarmos e planejarmos as nossas finanças acabaremos tendo mais dor de cabeça do que satisfação e prazer.

A Educação financeira é algo que deveríamos praticar o mais cedo possível em nossa vida, pois ela nos traz benefícios a longo prazo, como, viver com menos preocupação e mais qualidade de vida, ter prazer em consumir sem aquele sentimento de culpa, poder planejar o nosso futuro e das pessoas com quem convivemos.

Penso que para termos uma educação financeira eficaz precisamos trabalhar o nosso comportamento e nossos paradigmas. Precisamos ter um objetivo financeiro definido e saber quais são os nossos sonhos que queremos transformar em realidade. E sobre isso quero conversar com vocês no próximo artigo: quais os hábitos que devemos adotar para termos uma educação financeira eficaz.

Se você concorda, discorda ou tem uma opinião diferente, ou quiser compartilhar seus objetivos e sonhos, mande um e-mail para luciano@lumeoline.com.br. Terei o prazer em lhe responder e trocar novas ideias. Um forte abraço e até a próxima.

Luciano Fontana
Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS (2005); Formado em Gestão e Liderança pela Escola de Executivos e Negócios do Instituto Albuquerque (2010); Formado em Professional and Self Coaching, Leader Coach e Analista Comportamental pelo Instituto Brasileiro de Coaching – IBC, com quatro certificações internacionais (Behavioral Coaching Institute – BCI, International Association of Coaching – IAC, European Coaching Association – ECA e Global Coaching Community – GCC (2012)). Pós Graduado em Gestão Educacional pela UNISEB (2015). Empresário e Sócio – Fundador da Lume Centro de Educação Profissional, com experiência de mais de 11 anos atuando nas áreas de Liderança, Gestão de Pessoas e Equipes, Vendas, Administração e Finanças. Com mais de 700 horas em cursos e treinamentos de aperfeiçoamento comportamental e profissional.

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“Sempre é tempo de aprender” – por Natanael Zanatta

Foto-NatanaelJá dizia, há muito tempo, o cientista Albert Einstein que “a mente que se abre para uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original”. E temos de concordar com este pensamento e utilizá-lo como motivação para perseguir o conhecimento em todo o tempo e todo o lugar.

Aprender não se trata, tão somente, de decorar uma série infinita de dados e informações sobre as mais diversas áreas. Aprender é crescer; é amadurecer emocionalmente; é permitir que a própria vida possa se perpetuar; é a garantia da perpetuação da sociedade que, mais evoluída, tem a possibilidade de multiplicar o bem e reduzir o mal.

A idade avançada não pode servir de desculpa ao aprendizado. Os meios de notícia trazem exemplos diversos a respeito de pessoas que, a despeito de seu avançado tempo de vida, se propuseram a dar novas amplitudes à mente e a alma. Em 2009 a imprensa nacional noticiava o feito do Sr. Edson Gambuggi, que aos 82 anos de idade se formou em medicina. Em 2013, a Sra. Tetê Brandolim virou notícia ao aprender a ler e escrever aos 82 anos de idade. Estes dois exemplos são provas de que o aprendizado, muitas vezes, é a realização de sonhos há muito tempo esquecidos e escondidos, mas que podem trazer alegrias estupendas a quem se nega a abandonar estes sonhos.

Além do tempo, todo lugar é espaço para aprendizado. Pode ser na maternidade, ou quem sabe em um velório. Por mais antagônico que seja, tanto do nascer da vida quando no apagar da morte, a mente que viaja e a alma sedenta encontram lições importantíssimas. Na maternidade, se cresce ao ver que a vida se renova na esperança de dias melhores, que novas possibilidades e novas chances sempre estarão presentes; em um velório, apenas as memórias e os feitos mantém as lembranças vivas, mas trazem lições de vidas que valeram a pena, que foram úteis, que enxugaram lágrimas e que fizeram sorrir.

Que estudemos muito! Os grandes clássicos, as revistas da cultura pop, os grandes pensadores ou mesmo simples poetas; que estudemos os grandes líderes, e também os desconhecidos transeuntes que cruzam conosco em uma via qualquer, quiçá apenas uma vez na vida toda. Estudemos a nós mesmos. Que possamos permitir, em ato de amor à humanidade, que nossa mente não volte ao tamanho original, que as ideias adquiridas e os sonhos realizados sejam a prova da nossa eternidade.

Natanael Zanatta é Advogado Trabalhista, palestrante e professor da Lume Centro de Educação Profissional.

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